Um homem identificado como Leandro Batista Leite, de 32 anos, procurou a Polícia Civil de Mato Grosso nesta quinta-feira (16) e confessou ter cometido abuso contra uma cadela na zona rural de Santo Antônio de Leverger.
Ele se apresentou à delegacia acompanhado de um advogado, após imagens do crime circularem nas redes sociais. O caso teria ocorrido no último dia 12. A identificação do suspeito foi possível após análise das imagens, com auxílio do sistema de reconhecimento facial Geia-PJC.
De acordo com as investigações, o crime aconteceu nas proximidades de uma escola estadual localizada às margens da BR-364. Durante diligências, testemunhas relataram comentários sobre o caso na comunidade, e uma professora reconheceu o suspeito ao ver o vídeo.
A mesma testemunha informou ainda que, dois dias após o crime, o homem foi até a escola e retirou a filha em horário incomum, o que chamou a atenção.
Inicialmente, o suspeito não foi encontrado em sua residência, na comunidade Abolição, pois havia fugido após saber que estava sendo procurado. No entanto, diante do avanço das investigações, decidiu se entregar.
Durante o depoimento, ele indicou o local onde o crime ocorreu e os animais envolvidos, que foram encaminhados para atendimento veterinário. A perícia realizou exames e coletou material para análise.
Segundo a Polícia Civil, há fortes evidências que confirmam a autoria, incluindo o vídeo, reconhecimento por testemunhas, confissão, além da localização de roupas utilizadas no momento do crime.
Ainda conforme a polícia, o suspeito já possui antecedentes por outros crimes e utilizava tornozeleira eletrônica. As autoridades consideram que a permanência dele em liberdade representa risco de reincidência. O caso segue sob investigação.Um homem identificado como Leandro Batista Leite, de 32 anos, procurou a Polícia Civil de Mato Grosso nesta quinta-feira (16) e confessou ter cometido abuso contra uma cadela na zona rural de Santo Antônio de Leverger.
Ele se apresentou à delegacia acompanhado de um advogado, após imagens do crime circularem nas redes sociais. O caso teria ocorrido no último dia 12. A identificação do suspeito foi possível após análise das imagens, com auxílio do sistema de reconhecimento facial Geia-PJC.
De acordo com as investigações, o crime aconteceu nas proximidades de uma escola estadual localizada às margens da BR-364. Durante diligências, testemunhas relataram comentários sobre o caso na comunidade, e uma professora reconheceu o suspeito ao ver o vídeo.
A mesma testemunha informou ainda que, dois dias após o crime, o homem foi até a escola e retirou a filha em horário incomum, o que chamou a atenção.
Inicialmente, o suspeito não foi encontrado em sua residência, na comunidade Abolição, pois havia fugido após saber que estava sendo procurado. No entanto, diante do avanço das investigações, decidiu se entregar.
Durante o depoimento, ele indicou o local onde o crime ocorreu e os animais envolvidos, que foram encaminhados para atendimento veterinário. A perícia realizou exames e coletou material para análise.
Segundo a Polícia Civil, há fortes evidências que confirmam a autoria, incluindo o vídeo, reconhecimento por testemunhas, confissão, além da localização de roupas utilizadas no momento do crime.
Ainda conforme a polícia, o suspeito já possui antecedentes por outros crimes e utilizava tornozeleira eletrônica. As autoridades consideram que a permanência dele em liberdade representa risco de reincidência. O caso segue sob investigação.





